Chamar um modelo leva dez linhas. Confiar no que ele faz dentro do seu negócio exige tudo o que fica em volta dessas dez linhas, e é isso que eu mais construo.
Baseado nos seus dados, com fontes
As respostas são construídas a partir de trechos recuperados do seu próprio conteúdo, e os citam. É a defesa mais eficaz contra uma resposta errada dita com confiança, e permite que qualquer pessoa confira o trabalho com um clique.
Saída estruturada e validada
Quando o resultado alimenta outro sistema, o modelo precisa devolver uma estrutura definida (campos, tipos, valores permitidos), validada antes de qualquer coisa ser salva. Uma resposta malformada é um job que falhou e é repetido ou sinalizado, nunca um registro corrompido.
Uma pessoa aprova o que importa
Enviar, pagar, apagar e publicar esperam por um ser humano. Redigir, classificar, extrair e consultar, não. Onde fica essa linha é uma decisão que tomamos juntos, fluxo por fluxo, e ela pode se mover conforme a confiança aumenta.
Medido antes de entrar no ar
Antes do lançamento há um conjunto de testes tirado dos seus casos reais, e o sistema é avaliado com ele. Mudar um prompt ou um modelo passa a ser uma mudança medida, não uma aposta.
O modelo é trocável, os custos ficam visíveis
O código conversa com uma camada independente de fornecedor, então trocar entre OpenAI, Anthropic e Gemini é configuração, não reescrita. Cada chamada é registrada com os seus tokens, custo e tempo, para você ver quanto cada fluxo custa para rodar.
Se uma fórmula de planilha ou uma regra simples resolver, eu digo. IA é a ferramenta certa para ler coisas não estruturadas (texto, documentos, imagens), não para fazer contas.